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DO AMOR
"Do Amor"
Com quatro anos de estrada, DO AMOR lança agora o seu primeiro CD. Formada por Gustavo Benjão (guitarra e voz), Marcelo Callado (bateria e voz), Gabriel Bubu (guitarra e voz) e Ricardo Dias Gomes (baixo e voz), a banda gravou suas primeiras músicas, em 2007, no Ponto de Cultura de Vargem Grande, Zona Oeste do Rio de Janeiro. O EP contendo cinco músicas foi lançado em julho do mesmo ano com excelente repercussão e suas 1.000 cópias esgotadas rapidamente.
Produzido por Chico Neves (Lenine, Paralamas do Sucesso, O Rappa e Skank), o primeiro disco do DO AMOR começou a ser gravado, em 2008. O disco será lançado em multiplataforma (digital, CD Luxo Digipack, CD simples, Vinil – LP e Compacto) de forma independente em parceria com o combativo selo mineiro + Brasil Música (Marku Ribas, Porcas Borboletas, Alda Rezende, Mestre Jonas e Pedro Morais) e o selo Estúdio 304, do próprio Chico Neves. As faixas foram mixadas na Inglaterra por Tchad Blake, que já trabalhou com Peter Gabriel e Paul McCartney e masterizado por Carlos Freitas. O LP e o compacto serão lançados no fim de setembro e sairão numa parceria dos dois selos com a Vinyl Land (www.vinylland.com.br).
Em agosto, o grupo fez o show de lançamento do CD em Buenos Aires, La Plata, Rosário, Córdoba e Concepcion. No dia 10 de setembro, DO AMOR faz show/festa de lançamento no Teatro Rival BR (RJ) com a participação dos DJs Mauricio Valladares (Ronca Ronca) e Patrick Tor4 (da festa Baile Tropical/Belém-PA), seguindo para a Concha Acústica de Salvador (dia 12/09), Utópica Marcenaria em Belo Horizonte (dia 18/09), Estúdio Emme em São Paulo (dia 23/09), Cine Cult em Aracaju (dia 24/09) e no Coquetel Molotov em Recife (dia 25/09).
DO AMOR por PEDRO SÁ:
“Do Amor é uma banda parcialmente conhecida para muitos. Marcelo e Ricardo formam a Banda Cê, que vem acompanhando Caetano há 3 anos. Gabriel Bubu foi baixista do Los Hermanos. Faz já algum tempo, todos eles vêm tocando na cena alternativa nacional com certa frequência, acompanhando artistas como Nina Becker, Jonas Sá, Rubinho Jacobina e Lucas Santtana, entre muitos outros.
Eles já mostraram que são músicos incríveis e, justamente por isso, esse lançamento nos gera uma certa expectativa, já que se trata do trabalho autoral destes grandes instrumentistas. Porém, devo dizer que este disco de estreia supera qualquer prognóstico positivo. Há uma riqueza, uma exuberância criativa que raramente se vê numa banda. É um trabalho repleto de referências dos mais distintos e variados estilos que são depurados nas formas mais insólitas e divertidas. Mas não se trata de referências gratuitas. Vão do carimbó ao Manchester Rock com a maior naturalidade... e com a maior verdade também. Não é uma mistura superficial. São universos super variados, que nos remetem a infinitos lugares, épocas e mundos, reunidos num trabalho absolutamente autoral. Há muita ironia e humor aqui. Digo, não são somente músicos virtuosos desempenhando uma excepcional performance. Não há frieza nem soberba. Tocam à música em si, no sentido mais genuíno da coisa. Desconstroem todos esses estilos para no final nos devolver em... música!
No fundo acho que esse álbum é mesmo uma declaração de amor à própria música. Aliás, não é só um amor declarado como vivido. Cada frase, cada estilo, cada nota é curtida, transada. Mas sempre com a leveza de quem vai tomar um suco na esquina, um mate na praia. Há uma saudável maresia apesar de ser um disco super trabalhado e bem acabado. Chico Neves é quem assina a excelente produção. Chico tem o dom de gravar bem. É um verdadeiro mestre Jedi do estúdio. Conseguiu extrair o supra-sumo da banda que se revela totalmente em todos os momentos. Dá gosto de ouvir. Enfim, este disco é um clássico desde já. É para escutar, re-escutar e curtir sempre.”
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